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O que se aprende em Gestão da Tecnologia da Informação?

A área de Tecnologia da Informação, também conhecida como TI, tem sido nos últimos anos um dos principais alvos de escolha daqueles que buscam iniciar um faculdade. Dentro dela, um curso em especial tem chamado bastante atenção devido ao alto número de matrículas: Gestão de Tecnologia da Informação.

E claro, entre as opções de modalidade existentes, o EAD cresce enormemente entre os futuros profissionais desse campo de atuação, pelo fato de possuir a mesma grade curricular do presencial, mas com uma série de outras vantagens sobre as quais falaremos mais adiante.

Antes de mais nada é importante que você saiba o que se aprende em Gestão da Tecnologia da Informação durante os, pelo menos, 30 meses, ou cinco semestres, em que estará estudando. As disciplinas são as seguintes:

• Prática Textual em Língua Portuguesa
• Educação Ambiental e Cidadania
• Introdução à Computação
• Matemática Aplicada
• Direitos Humanos e Relações Étnico Raciais
• Algoritmos e Programação
• Língua Brasileira de Sinais - Libras
• Comunicação Empresarial
• Gestão de Governança em TI
• Estrutura de Dados
• Sistemas Operacionais
• Redes de Computadores
• Estatística Aplicada
• Modelos de Gestão
• Arquitetura e Organização de Computadores
• Gestão de Pessoas
• Engenharia de Software
• Direito Empresarial
• Gestão da Segurança da Informação
• Gestão de Projetos
• Tópicos Especiais em Gestão da TI
• Lógica de Programação
• Cálculo (Diferencial e Integral)
• Análise de Sistemas
• Gerenciamento de Banco de Dados
• Gestão da Tecnologia da Informação
• Introdução à Virtualização
• Gestão de Serviços em TI
• Tecnologia Web
• Sistemas Inteligentes
• Administração Financeira
• Empreendedorismo
• Segurança e Auditoria de Sistemas

Como você pôde ver, a grande maioria das disciplinas são voltadas especificamente ao ramo da Tecnologia da Informação e Comunicação, mas há ainda disciplinas como Prática Textual em Língua Portuguesa, Educação Ambiental e Cidadania, Direitos Humanos e Relações Étnico Raciais, por exemplo, que em um primeiro momento podem parecer desnecessárias, mas acredite, serão de grande utilidade não apenas ao ingressar no mercado de trabalho, mas para a vida.

Além de todas essas disciplinas acima listadas, quem faz o curso de Tecnologia da Informação precisa também realizar as atividades integradoras.

O material didático com o qual irá estudar é você quem escolhe, podendo ser livros impressos, videoaulas em DVD’s ou ainda esses mesmos conteúdos em suas versões online. Seja material físico ou digital, sempre haverá a certeza de que aquilo que você leu ou assistiu é exatamente o mesmo que será cobrado na prova. Portanto, basta estudar que o diploma é garantido.

A realidade é uma só, ao se matricular e iniciar sua faculdade de Tecnologia da Informação, você terá todo o necessário para, ao concluir os estudos, já sair pronto para o mercado de trabalho. E acredite, como essa é uma área cada dia mais fundamental para o andamento de toda e qualquer empresa, as oportunidades oferecidas serão muitas e certamente não demorará para que você esteja inserido.

Parabéns por ter escolhido cursar Gestão da Tecnologia da Informação! E parabéns também por ter optado pela melhor modalidade de ensino para te levar ao sonhado diploma! Pode ter certeza que isso fará de você um dos melhores profissionais da área.

O que se aprende em Gestão da Tecnologia da Informação?

A área de Tecnologia da Informação, também conhecida como TI, tem sido nos últimos anos um dos principais alvos de escolha daqueles que buscam iniciar um faculdade. Dentro dela, um curso em especial tem chamado bastante atenção devido ao alto número de matrículas: Gestão de Tecnologia da Informação.

E claro, entre as opções de modalidade existentes, o EAD cresce enormemente entre os futuros profissionais desse campo de atuação, pelo fato de possuir a mesma grade curricular do presencial, mas com uma série de outras vantagens sobre as quais falaremos mais adiante.

Antes de mais nada é importante que você saiba o que se aprende em Gestão da Tecnologia da Informação durante os, pelo menos, 30 meses, ou cinco semestres, em que estará estudando. As disciplinas são as seguintes:

• Prática Textual em Língua Portuguesa
• Educação Ambiental e Cidadania
• Introdução à Computação
• Matemática Aplicada
• Direitos Humanos e Relações Étnico Raciais
• Algoritmos e Programação
• Língua Brasileira de Sinais - Libras
• Comunicação Empresarial
• Gestão de Governança em TI
• Estrutura de Dados
• Sistemas Operacionais
• Redes de Computadores
• Estatística Aplicada
• Modelos de Gestão
• Arquitetura e Organização de Computadores
• Gestão de Pessoas
• Engenharia de Software
• Direito Empresarial
• Gestão da Segurança da Informação
• Gestão de Projetos
• Tópicos Especiais em Gestão da TI
• Lógica de Programação
• Cálculo (Diferencial e Integral)
• Análise de Sistemas
• Gerenciamento de Banco de Dados
• Gestão da Tecnologia da Informação
• Introdução à Virtualização
• Gestão de Serviços em TI
• Tecnologia Web
• Sistemas Inteligentes
• Administração Financeira
• Empreendedorismo
• Segurança e Auditoria de Sistemas

Como você pôde ver, a grande maioria das disciplinas são voltadas especificamente ao ramo da Tecnologia da Informação e Comunicação, mas há ainda disciplinas como Prática Textual em Língua Portuguesa, Educação Ambiental e Cidadania, Direitos Humanos e Relações Étnico Raciais, por exemplo, que em um primeiro momento podem parecer desnecessárias, mas acredite, serão de grande utilidade não apenas ao ingressar no mercado de trabalho, mas para a vida.

Além de todas essas disciplinas acima listadas, quem faz o curso de Tecnologia da Informação precisa também realizar as atividades integradoras.

O material didático com o qual irá estudar é você quem escolhe, podendo ser livros impressos, videoaulas em DVD’s ou ainda esses mesmos conteúdos em suas versões online. Seja material físico ou digital, sempre haverá a certeza de que aquilo que você leu ou assistiu é exatamente o mesmo que será cobrado na prova. Portanto, basta estudar que o diploma é garantido.

A realidade é uma só, ao se matricular e iniciar sua faculdade de Tecnologia da Informação, você terá todo o necessário para, ao concluir os estudos, já sair pronto para o mercado de trabalho. E acredite, como essa é uma área cada dia mais fundamental para o andamento de toda e qualquer empresa, as oportunidades oferecidas serão muitas e certamente não demorará para que você esteja inserido.

Parabéns por ter escolhido cursar Gestão da Tecnologia da Informação! E parabéns também por ter optado pela melhor modalidade de ensino para te levar ao sonhado diploma! Pode ter certeza que isso fará de você um dos melhores profissionais da área.

Como funciona o Polypodium leucotomos no auxílio do tratamento do Mal de Alzheimer

O Mal de Alzheimer é uma doença que se caracteriza pela perda da memória de curto prazo, podendo provocar quadros de demência. É mais incidente em idosos a partir de 60 anos de idade, chegando a prejudicar sua qualidade de vida.

Trata-se de uma doença neurodegenerativa que não tem cura, mas existe uma forma de retardar seu desenvolvimento: o uso de Polypodium leucotomos. Conheça, aqui, o que é e como ele auxilia no tratamento de Alzheimer.


O que é Polypodium leucotomos?

Polypodium leucotomos é uma planta da América Central. Também é conhecida como anapsos e é um tipo de samambaia que tem propriedades anti-inflamatórias, é capaz de inibir os leucotrienos (lipídios que controlam diversos sistemas do organismo) e suprimir as citocinas (proteína capaz de modular células).


Polypodium leucotomos e o Mal de Alzheimer

Mas, afinal, como o Polypodium leucotomos pode auxiliar no tratamento do Alzheimer? Curiosamente, a planta desempenha o papel de um poderoso estimulante cerebral, o que foi comprovado cientificamente por um estudo com pacientes portadores de Alzheimer.

Aqueles que receberam a dose de 360mg de extrato de Polypodium leucotomos apresentaram uma melhora expressiva na cognição e atividade cerebral, além de aumento do fluxo sanguíneo nessa região, de modo a minimizar os efeitos da doença.

É importante ressaltar que essa pesquisa não indica que a planta cure o Alzheimer, porque a doença não tem cura. Além disso, não quer dizer que o paciente deva abandonar o tratamento indicado pelo médico.

O recomendado é utilizar o Polypodium leucotomos como coadjuvante, para potencializar os resultados proporcionados pelo tratamento indicado pelo profissional da saúde.


Benefícios extras do Polypodium leucotomos

Além de atuar na melhora da atividade cerebral, o Polypodium leucotomos também proporciona outros benefícios especiais, como os que são listados a seguir:

• Efeito fotoprotetor, prevenindo o fotoenvelhecimento;
• Ação antioxidante, combatendo radicais livres que podem prejudicar o funcionamento de células do organismo;
• Atividade cicatrizante e antitumoral;
• Capacidade de modulação da imunidade;
• Proteção do DNA celular, de modo a minimizar o risco de mutações e desenvolvimento de câncer.


Como tomar Polypodium leucotomos?

O Polypodium leucotomos é disponibilizado em cápsulas, o que facilita sua ingestão e possibilita levar o remédio manipulado para qualquer lugar, tendo-o sempre às mãos.

A posologia é simplificada, sendo recomendada a ingestão de 360mg por dia, o que equivale a uma cápsula. Indica-se o consumo do produto logo pela manhã, após o café, com um pouco de água ou conforme recomendação do médico.


Efeitos colaterais e contraindicações

Não existem registros de efeitos colaterais do Polypodium leucotomos, desde que tomado na dosagem diária recomendada e se a pessoa não tiver alergia a um dos componentes da fórmula do produto.

No que se refere às contraindicações, não é recomendado para pacientes diabéticos, uma vez que pode induzir a hiperglicemia. Além disso, também não é indicado para pessoas diagnosticadas com úlcera gastroduodenal.

Ainda está em dúvida se o Polypodium leucotomos pode ser administrado para o idoso portador de Alzheimer? Neste caso, a recomendação é consultar o médico responsável pelo Alzheimer tratamento para obter a orientação exata.

Diferença entre Inbound e Outbound Marketing

O inbound e outbound marketing são ferramentas tradicionalmente utilizadas para captação de clientes, divulgação de produtos e serviços e realização de vendas.

Mas, qual a diferença entre elas e qual é a mais apropriada para sua empresa? A seguir, respondemos essas questões. Confira e conheça mais sobre ambas estratégias.


Inbound e outbound marketing: principais diferenças


Uma forma simples de saber as principais diferenças entre inbound e outbound marketing é conhecer essas estratégias. Veja, a seguir, o que é cada uma delas:

Inbound marketing


O inbound marketing é exclusivamente realizado no universo online, com a finalidade de influenciar a decisão de compra de clientes e potenciais clientes, sempre de forma sutil e não invasiva.

Para isso, trabalha-se com marketing de conteúdo, que consiste na criação e distribuição de conteúdo (texto, áudio, vídeo, entre outros formatos) com informações relevantes ao público-alvo da empresa.

Esse conteúdo normalmente ajuda a esclarecer dúvidas e solucionar problemas, por isso agrega valor, gera engajamento e ajuda a empresa a se tornar autoridade e referência no segmento de atuação.

Os resultados são positivos à empresa, que consegue estabelecer um relacionamento de confiança com seu público-alvo, aumentar sua taxa de conversão e realizar mais vendas.

É interessante ressaltar que projetos de inbound marketing são baseados em cinco etapas fundamentais:

1. Atrair visitantes ao site ou página, por meio da criação e distribuição de conteúdo;
2. Converter em leads (aqueles que demonstraram interesse num produto);
3. Relacionar, etapa que possibilita o amadurecimento dos leads e conhecimento de seu real interesse na compra de um produto, facilitando e garantindo maior assertividade numa abordagem;
4. Vender, com conversão do lead em cliente;
5. Analisar resultados, para otimizar o trabalho e aumentar ao máximo o retorno.

Outbound marketing


O outbound marketing é o marketing tradicional feito em mídias impressas e televisivas, podendo ser expandido, também, para campanhas de telemarketing e rádio, entre outras ações. É considerado invasivo, voltado para a comunicação em massa.

Sua finalidade é gerar divulgação e vendas de forma rápida, sem estabelecimento de relacionamento duradouro com o cliente ou geração de autoridade no segmento de atuação.

Na prática, significa que pode trazer resultados rapidamente, se a ação for bem desenvolvida e tiver sucesso, mas as chances de fidelização do cliente são reduzidas, a notoriedade da marca não é durável e não se tem resultados em médio e longo prazos.


Inbound e outbound marketing: qual escolher?



A escolha da estratégia perfeita a ser adotada deve levar em consideração alguns fatores:

1. Resultados: o inbound marketing entrega melhores resultados em médio e longo prazo, com a captação de clientes, estabelecimento de relacionamento duradouro, transformação da marca em autoridade, conversão em vendas e fidelização de clientes;
2. Custos: uma ação de inbound marketing tem custo baixo, principalmente em comparação ao trabalho de outbound marketing;
3. Mensuração de resultados: o inbound marketing possibilita a mensuração e análise de resultados, muitas vezes em tempo real, podendo alterar a estratégia imediatamente para atingir os objetivos desejados. No outbound marketing, a mensuração só é possível com pesquisas demoradas e caras.

Considerando esses fatores, o inbound marketing tem vantagem. Quer investir nessa estratégia? Contrate uma agência de inbound marketing!